Resenha de: CANCELLI, Elizabeth; MESQUITA, Gustavo; CHAVES, Wanderson. Guerra Fria e Brasil: Para a agenda de integração do negro na sociedade de classes. São Paulo: Alameda, 2019. 272 p.

Por b>Júlio Cattai
No último 1.º de junho, após uma semana de protestos espalhados por todo território dos Estados Unidos, com as ruas transformadas em palco de confrontos dignos de guerra, o New York Times trouxe uma matéria intitulada “Como Minneapolis, uma das mais liberais cidades dos EUA, luta contra o racismo”.

Resenha de: VELASCO E CRUZ, SEBASTIÃO; BOJIKIAN, NEUSA M. P. (ORGS) Trump: primeiro tempo. Partidos, políticas, eleições e perspectivas

Por José Késsio F. Lemos
A ascensão de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos é um fenômeno curioso. Conhecido por seu perfil insólito, excêntrico e polêmico, Trump protagonizou uma campanha populista e por demasiada polarizadora. O businessman que decidiu enveredar pela política, foi por vezes subestimado.

Resenha de: GRESPAN, Jorge. Marx e a crítica do modo de representação capitalista. São Paulo: Boitempo, 2019.

Por Bruna Della Torre
Para baixo, na toca do coelho. Quando Alice adentrou o país das maravilhas, notou que havia acontecido tantas coisas fora de lugar que pouca coisa parecia ser de fato impossível. Assim como Alice segue o coelho, Grespan segue Marx na investigação desse mundo invertido, de ponta-cabeça, opaco, onde as coisas não seguem a lógica tradicional e acontecem fora de lugar, que é o mundo capitalista. Aqui também pouca coisa parece impossível: o que não é vivo ganha vida; o que não tem valor ganha preço e as relações sociais tornam-se coisas. São as determinações da opacidade desse mundo, seu modo de representação, em analogia ao modo de produção capitalista, que Grespan busca explicar.

Resenha de: ABRANCHES, Sérgio. Presidencialismo de coalizão: raízes e evolução do modelo político brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.

Por Raul Wesley Leal Bonfim
Em 1988, o cientista político Sérgio Abranches, no artigo intitulado “Presidencialismo de Coalizão: O Dilema Institucional Brasileiro (1988)”, publicado na revista Dados, formulou pela primeira vez o termo “presidencialismo de coalizão” para caracterizar o desenho institucional do sistema político brasileiro. A principal peculiaridade desse modelo, que combinava sistema proporcional, multipartidarismo e presidencialismo, estaria na organização do Executivo com base em grandes coalizões.

Resenha de: ARUZZA, Cintia; BHATTACHARYA, Tithi; FRASER, Nancy. Feminismo para os 99% – um manifesto. São Paulo: Boitempo, 2019.

Por Barbara Cristina Soares Santos
Em 8 de março de 2019, foi lançado em oito países o livro Feminismo para os 99% – um manifesto, escrito conjuntamente pelas teóricas Cinzia Arruzza, Tithi Bhattacharya e Nancy Fraser. A versão brasileira foi publicada com capa vermelha e um interior de letras e margens roxas, mostrando já nas cores a proposta principal do projeto: um feminismo radicalizado de caráter anticapitalista em resposta ao feminismo liberal que dialoga com o atual sistema neoliberal.

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