A Diversidade do BRICS+: Vantagens para uma Ordem Multipolar mais Inclusiva

Por Vitor dos Santos Bueno. A expansão dos BRICS começou com a entrada da África do Sul em 2011 – antes o grupo tinha o nome de BRIC – e se ampliou mais ainda em 2023, com novos países convidados na Cúpula realizada no país. A ocasião foi marcada  pela adesão de Egito, Etiópia, Irã, Arábia Saudita e Emirados Árabes ao grupo (a Argentina também foi convidada, mas o governo de Javier Milei recusou a participação). Em 2025, a Indonésia se tornou membro integrante e, em 13 de junho, o Vietnã entrou para o grupo como parceiro. Essa nova formação, agora chamada de BRICS+, fez ressurgir algumas discussões sobre o foco e as diferenças entre os países membros fundadores. A chegada de novos países, com diferentes características internas, reforçou uma das bandeiras centrais do grupo, que é a construção de alternativas para as formas de desenvolvimento e participação em organismos multilaterais no cenário global.