Ir para o conteúdo
Juntos, vamos continuar a pensar a democracia.
Contribua para a manutenção do Boletim Lua Nova.
Doe e vire um apoiador
boletim-lua-nova 002203
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
Twitter Facebook-f Instagram Youtube
Criar conta
Login
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato

Início > Política Internacional e Estados Unidos

Acordo sobre pandemias: problematizando as negociações no âmbito da OMS

Download PDF 📄

Isabela Serra[1]

18 de julho de 2025[2]

Cinco anos após a declaração da pandemia de COVID-19, os Estados-membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovaram na 78ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS), realizada no último 19 de maio, um acordo internacional que tem por objetivo prevenir, preparar-se e responder às futuras pandemias. A construção do texto deste instrumento demandou três anos de negociação, em  processo inaugurado justamente em decorrência dos impactos da covid-19 e, mais precisamente, da falta de cooperação internacional para enfrentá-la. À época, assistimos a consolidação de um monopólio de produção de vacinas, bem como a concentração das doses pelos países desenvolvidos (Sousa e Buss, 2021).

            Agora, com a aprovação de um novo instrumento específico, significaria afirmar que estaremos melhor preparados para enfrentar as próximas pandemias?

A análise realizada pelo GT Acordo sobre Pandemias USP/Fiocruz (Ventura et al, 2025) pontua que tal aprovação foi uma vitória porque o instrumento avança em alguns temas, principalmente por consagrar a equidade como um elemento central no enfrentamento das pandemias. Representa uma vitória, sobretudo, para o multilateralismo, pensando no contexto de avanço da extrema direita na arena internacional, que contestou desde o começo, não só essa iniciativa, mas a OMS, de forma geral – incluindo nisso a recente retirada dos Estados Unidos da agência.

Ao mesmo tempo, o Grupo de Trabalho também enfatiza a necessidade de análise do texto final e do próprio processo negociador ao longo das sessões do Órgão Intergovernamental de Negociação (OIN). A pesquisa de Mestrado que desenvolvo sob orientação da Prof.ª Dr.ª Deisy Ventura, na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), tem como objetivo compreender como ocorreu a inclusão da sociedade civil nesse processo a partir da perspectiva dos representantes brasileiros de organizações não-governamentais internacionais e nacionais.

Nessa direção, com o propósito de analisar criticamente o percurso da negociação do acordo sobre pandemias, destaco três conceitos fundamentais.

Um deles é o enquadramento (McInnes e Lee, 2012 apud Nunes, 2023), que refere-se a um conjunto de interesses, pressupostos, pontos de vista, normas que influenciam o debate sobre determinadas questões – adquirindo maior relevância quando falam, sobretudo, a partir da perspectiva neoliberal. O enquadramento é, dessa forma, um instrumento analítico que auxilia na compreensão de como questões são conduzidas, ao estabelecer “o que existe e o que deve existir, ou seja, quais aspectos da realidade são evidentes ou prioritários, bem como quais direções a realidade deve ser encaminhada” (Nunes, 2023, p. 6).

Com relação ao acordo sobre pandemias, o enquadramento apoia a decodificação de certas narrativas presentes nas negociações, nos convidando a realizar algumas perguntas.Por exemplo: de quem/qual país vieram certas propostas? E que interesses agenciam?

Para demonstrar a importância do enquadramento apresento duas situações: a primeira delas refere-se à participação social, ou melhor, à inclusão parcial da sociedade civil no OIN. O documento “Modalidade de Engajamento das Partes Interessadas”[3] determinava quais organizações teriam direito de fala – com discursos de até dois minutos – e escuta nas sessões formais. Nas sessões informais, onde se realizavam, de fato, a discussão dos artigos e a redação do texto, nenhuma das organizações —  nem mesmo aquelas que mantêm Relações Oficiais com a OMS —  possuíam direito de fala e escuta.  Elas não tiveram oportunidade, portanto, de conhecer e disputar as decisões que estavam sendo tomadas de “portas fechadas” pelos representantes dos países. Houve, nesse sentido, uma desqualificação da atividade dessas entidades.

Por que impedir a participação desses entes? Qual a validade de um instrumento que não permite a entrada da sociedade civil – sobretudo de organizações que mantém compromisso com a equidade – e que não incorpora suas demandas?

Ao mesmo tempo, outras fundações e instituições (como as filantrópicas e as farmacêuticas), consideradas pelo OIN como também pertencentes ao conjunto da sociedade civil, estavam, no entanto, representadas nas sessões “fechadas”, já que seus interesses foram abertamente defendidos pelos países desenvolvidos (TWN, 2024a; 2025c).

E quais são esses interesses e como eles se expressam nas reuniões de negociação? Nesse sentido, a discussão em torno do artigo 12 sobre a criação do sistema de Acesso a Patógenos e Compartilhamento de Benefícios (PABS, na sigla em inglês) é crucial, configurando-se como nossa segunda situação analisada.

Ainda em construção[4], a proposta PABS visa garantir o compartilhamento do material genético de patógenos com potencial pandêmico de forma rápida, sistemática e oportuna, ao mesmo tempo em que prevê o acesso de produtos relacionados à pandemia e outros benefícios, sejam eles monetários ou não-monetários, baseados no risco e necessidades em saúde pública.  É um sistema que garantiria o acesso justo dos patógenos e permitiria a distribuição e partilha de terapias de saúde de forma  equilibrada, e em respeito aos princípios de equidade (TWN, 2024a; 2025b).

Em síntese, os fabricantes estariam obrigados a compensar com algum benefício os países que compartilharam material genético, sobretudo, quando, a partir dele, foi possível a produção de algum insumo fundamental para o enfrentamento da pandemia. No entanto, a indústria farmacêutica se posicionou de forma contrária à proposta da obrigatoriedade de oferta de tais benefícios, sob a justificativa de que medidas “rigorosas” de acesso aos dados de patógenos seria um empecilho à Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) (HPW, 2024).

À época das negociações, os países em desenvolvimento e parte da sociedade civil propunham a oferta de 20% ou mais da produção de vacinas, insumos e terapias relacionados à pandemia como contrapartida pelo compartilhamento do material patogênico. No entanto, como resultado da pressão do setor da indústria farmacêutica e dos países do Norte global, principalmente da União Europeia, estabeleceu-se uma meta de até 20%, com 10% fixo[5]. Os países centrais pressionaram para manter o compartilhamento de patógenos sem regras, sem supervisão e sem qualquer contrapartida. Com isso, o que se acompanha a partir das negociações é a diluição, fomentada principalmente pelo G7 e pelo Bureau[6] do OIN, dos compromissos com a equidade no texto do acordo (TWN 2024b; 2025a).

Esse cenário nos leva a outro conceito importante: o da negligência, que vai além de uma noção de invisibilidade e silenciamento sobre certas questões em saúde. Na verdade, a negligência (Nunes, 2023) constitui um processo político que pode até reconhecer um problema de saúde, porém, ao mesmo tempo, subestima ou ignora de forma intencional elementos e condições que ajudariam no seu enfrentamento.

            Apesar da COVID-19 ter servido de motivo principal para iniciar uma discussão sobre a adoção de estratégias mais eficazes de preparação e resposta a pandemias, essa própria discussão, ao decorrer das negociações, foi esvaziada e negligenciada. A resistência dos países desenvolvidos em assumir compromissos com equidade e a participação limitada da sociedade civil na arena de discussões se apresentaram como uma combinação negligente e desfavorável para a construção desse novo instrumento. Ao que aparenta, pelo texto final – com linguagem que suaviza, principalmente, os compromissos dos países ricos – os problemas ocasionados pela covid-19 foram esquecidos.

Como complemento ao enquadramento e à negligência, a problematização, um termo foucaultiano recuperado por Fassin (2007), também é um conceito chave para contextualizar as negociações a partir de questões que permeiam a saúde global, um campo em permanente disputa.A problematização revela, nesse sentido, a construção histórica de um problema, pois “envolve relações entre a história e a memória, poder e conhecimento, verdade e desconfiança, iniquidades e violência” (Fassin, 2007, p. XXI). Em outras palavras, não seria possível analisar qualquer questão descolada dessa produção social.

No caso, as negociações estão inseridas na dinâmica da saúde global, que por sua vez é também transformada pelo capitalismo. Isso significa dizer que parte dos atores da saúde global, se alinham à ideia de redução das funções sociais do Estado, da desvalorização de sistemas de proteção social e, consequentemente, da flexibilização da noção da saúde como direito e também como bem público, tornando-se cúmplice desse processo de esvaziamento da cooperação, da solidariedade e da universalidade em saúde (Nunes, 2023, p.3). Nesses termos, procura-se melhorar a saúde da população mundial por meio do “trabalho em conjunto e do cumprimento voluntário das regras do sistema capitalista global” (Krugman, 2024,  p. 38 – tradução nossa). A saúde global, portanto, é também “um local de reprodução de lógicas de exclusão e negligência” que “reflete estruturas e relações políticas globais que promovem a desigualdade, a vulnerabilidade e a desvantagem de alguns grupos e regiões” (Nunes e Pimenta, 2016).

Apesar de discursos enfatizarem, por vezes, o compromisso com equidade e pautarem a saúde como valor filosófico compartilhado, para Kerouedan (2016, p. 64), os que “tomam decisões no âmbito da saúde mundial não parecem em realidade atingidos pelo estado de saúde de toda e qualquer pessoa desse mundo”, mas concentram “atenção política e seus recursos apenas em direção aos problemas comuns ou considerados mais estratégicos”.

E a partir dessa problematização do mundo, como escreve Fassin (2007, p. 272), entendemos que vivemos na “tensão entre o que está sendo protegido e o que está sendo abandonado, pelo que se luta e o que é dado como perdido”, em que “a segurança de uma minoria é reforçada e alimentada pela insegurança da maioria”. A forma como as questões durante as negociações foram direcionadas reforça a divisão dos ditos protegidos e os abandonados porque sustenta o status quo do poder global e o descompromisso com a equidade.

Pela problemática levantada e como analisam Ventura et al. (2025), o acordo final sobre pandemias mostrou-se frágil, ao incluir apenas parcialmente a sociedade civil e ao relativizar as necessidades reais dos países em desenvolvimento. Ainda distante de ser um instrumento internacional completo, abre-se, de todo modo, uma oportunidade para o fortalecimento e desenvolvimento de mecanismos de resposta e preparo às pandemias, sobretudo com a implementação a nível nacional futuramente.

Diante dessa oportunidade e como resposta ao suposto inabalável status quo global, defende-se a inquietude como valor, a qual pode ser traduzida como um sentimento de desconforto intelectual sensível às desigualdades, que corporifica a memória e trabalha para apreender o presente como um momento dentro da história, reconstruindo o passado para que não seja esquecido (Fassin, 2007).

Valendo-se do caso do acordo, sem inquietação, não há compromisso com a memória, sobretudo com relação aos anos de pandemia da COVID-19. E, sem memória, não haverá história, tampouco futuro.

* Este texto não reflete necessariamente as opiniões do Boletim Lua Nova ou do CEDEC. Gosta do nosso trabalho? Apoie o Boletim Lua Nova!

REFERÊNCIAS

VENTURA DFL; VILLARDI P; VIEGAS F; DALLARI PBA; VIEGAS LL; GALVÃO LA; CARMO EH; SERRA IL; REGES P; BUSS PM. Acordo sobre pandemias: sentido, avanços e limites. Grupo de Trabalho Acordo sobre Pandemias e Reforma do RSI – Fiocruz/USP, Nota Técnica n. 6, São Paulo/Rio de Janeiro, 19/05/2025. Disponível em <saudeglobal.org>. Acesso em: 19/05/2025.

FASSIN, Didier. When bodies remember: Experience and politics of AIDS in the post-apartheid. Berkeley: University of California Press, 2007.

NUNES, J. Reescrever saúde global. Saúde e Sociedade, v. 32, p. 1-12, 15 dez. 2023.

NUNES, João; PIMENTA, Denise Nacif. A epidemia de Zika e os limites da saúde global. Lua Nova: Revista de Cultura e Política, n. 98, p. 21–46, 2016.

KEROUEDAN, Dominique. Segurança ou insegurança da saúde mundial na África? Mais saúde parcial do que saúde global. Lua Nova: Revista de Cultura e Política, n. 98, p. 47–76, 2016.

KRUGMAN, D. Divorcing “global health” from “global health”: heuristics for the future of a social organization and an idea. Journal of Critical Public Health, v. 1, n. 1, p. 35–44, 9 abr. 2024.

TWN(2024a). INB Bureau further streamlines text on PABS, presenting weak benefit-sharing commitments. 14/09/2024. Disponível em: https://www.twn.my/title2/health.info/2024/hi240903.htm. Acesso em: 10/07/2025.

TWN(2024b). WHO: INB Bureau Pressures Global South to Align with G7. 06/12/2024. Disponível em: https://www.twn.my/title2/health.info/2024/hi241201.htm. Acesso em: 06/12/2024.

TWN (2025a). WHO Pandemic Agreement: A Win for Multilateralism, A Missed Opportunity for Public Health? 16/05/2025. Disponível em: https://www.twn.my/title2/health.info/2025/hi250502.htm Acesso em: 10/07/2025

TWN (2025b). WHO: Developing countries concerned over expert committee proposal to draft PABS text. 08/05/2025. Disponível em: https://www.twn.my/title2/health.info/2025/hi250501.htm. Acesso em: 10/07/2025.

SALUD POR DERECHO. Equitable access in pandemics: a system to distribute the benefits derived from access to pathogen materials and data. 06/11/2024. Disponível em:

https://saludporderecho.org/en/equitable-access-in-pandemics-a-system-to-distribute-the-benefits-derived-from-access-to-pathogen-materials-and-data/ Acesso em 10/02/2025.

(HPW) HEALTH POLICY WATCH. Pharma Describes Draft Pandemic Agreement as a ‘Step Backwards’.12/03/2024. Disponível em: https://healthpolicy-watch.news/pharma-describes-draft-pandemic-agreement-as-a-step-backwards/. Acesso em: 20/03/2024.


[1] Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública na Faculdade de Saúde Pública da USP e bolsista Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). E-mail: isabela.serra@usp.br.

[2]  Agradeço à Profª Deisy Ventura pela revisão atenta deste texto.

[3] Ver Modalidade de Engajamento das Partes Interessadas do OIN no site da OMS. Disponível em: ttps://apps.who.int/gb/inb/pdf_files/inb13/A_inb13_3-en.pdf

[4] Apesar de já ter sido aprovado o acordo, os Estados ainda deverão negociar até a próxima AMS, um anexo específico para o PABS, que irá detalhar o funcionamento do novo sistema.

[5] Uma simulação realizada pela “Salud por derecho” (2024) demonstrou que para todos os países atingirem a cobertura vacinal em prazos semelhantes (até 12 meses) seria necessária uma redistribuição de 35% das doses mensais.

[6] Bureau é a designação para a Mesa, composta por embaixadores representantes dos seis continentes, que conduz as negociações.

Revista Lua Nova nº 120 - 2023

Direitos em Disputa

Leia em PDF
Outras edições

| Leia também

Loading...
Sem categoria
boletimluanova
29 de julho de 2026

¿Pueden las ciudades abrir la democracia? Los Planes de Metas de Gobierno como innovación participativa en América Latina

Sem categoria
boletimluanova
22 de julho de 2026

A polícia contra Iansã na escola? Ofensiva anti-igualitária para além do gênero e da sexualidade

Sem categoria
boletimluanova
22 de julho de 2026

A disputa pelo tempo: Disciplina temporal e luta de classes, do relógio ao algoritmo

Todos os direitos reservados ® 2026

  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
  • Início
  • Colunas
  • Periódicos CEDEC
  • CEDEC
  • Início
  • Colunas
  • Periódicos CEDEC
  • CEDEC

Contato

boletimluanova@cedec.org.br

boletimluanova@gmail.com

Twitter Facebook-f Instagram Youtube

Criação de site por UpSites