Seção Memória – Entrevista Prof. Tullo Vigevani [parte I]

Por Angelo Lira e Leonardo Octavio Belinelli de Brito

Na primeira parte da entrevista concedida pelo professor Tullo Vigevani (Unesp) para a Seção Memória, o entrevistado relembra seus momentos na editoria da Revista Lua Nova, destacando os desafios de financiamento e distribuição da revista, além das transformações no formato do periódico ao longo do tempo. O Prof. Tullo Vigevani é pesquisador do Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (CEDEC) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos dos Estados Unidos (INCT-INEU).

Resenha de: KAYSEL, André. Entre a nação e a revolução: marxismo e nacionalismo no Peru e no Brasil (1928-1964). São Paulo: Alameda, 2018.

Por Isabella Meucci
Um dos maiores problemas do marxismo latino-americano é o permanente “desencontro” entre o materialismo histórico e a América Latina. O recente livro de André Kaysel, fruto de sua tese de doutoramento na Universidade de São Paulo (USP), nos fornece pistas para uma melhor compreensão dessa problemática, especialmente ao apresentá-la como pano de fundo de seu objeto central: as relações contraditórias entre o nacionalismo popular e o marxismo de matriz comunista no Peru e no Brasil.

Resenha de: ROCCA, Pablo (Ed.). Conversa cortada: a correspondência entre Antonio Candido e Ángel Rama: o esboço de um projeto latino-americano: 1960-1983. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul; São Paulo: Edusp, 2018.

Por Max Gimenes
A correspondência entre dois indivíduos, documentação de caráter privado, torna-se de interesse público na medida em que revela informações sobre histórias de vida extraordinárias, sobre o funcionamento de uma área de atuação específica em determinado momento ou sobre a gênese e o processo de elaboração de uma obra.

Clássicos Lua Nova – Intuição e fantasia para a educação de todos

Clássicos da Lua Nova
Por Marília Garcia e Edison Nunes

Em alguma época de nossas vidas, quem sabe na escola, já ouvimos falar de Paulo Freire e seu famoso método de alfabetização. Os mais velhos ainda se lembram do furor que ele fez nos anos 60, inovando a concepção de alfabetização e de educação popular no Brasil. A proposta básica desse método era a educação pela conscientização política através da alfabetização.

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