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Espaço geográfico e estruturas sociais: um diálogo legado por Milton Santos

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Bruno Moreira Riani Costa1

12 de maio de 2026

Um dos méritos da obra teórica de Milton Santos foi mostrar que um caminho fértil para a renovação crítica da Geografia passava pela retomada do espaço geográfico como objeto de estudo. Este retorno ao espaço foi proposto pelo autor através de um intenso debate filosófico. Um debate cujo ponto de chegada foi, em linhas gerais, o entendimento do espaço geográfico como dimensão da sociedade. Uma dimensão, vale dizer, que não era apenas reflexo das demais, senão também dotada de papel ativo no delineamento da dinâmica social. 

Dentro deste quadro teórico, abre-se todo um campo de diálogo com outras áreas do conhecimento. Se o espaço geográfico é uma dimensão da sociedade, como exatamente ele se relaciona com as demais? Ou, ainda, qual o esquema de interpretação da totalidade social no âmbito do qual esta dimensão específica, o espaço, deve ser enquadrada? Leitores atentos certamente encontrarão na obra daquele autor elementos que permitem esboçar respostas. Não obstante, dificilmente encontrarão alguma definitiva. E isto em parte se deve a que Santos, erudito contumaz, navegou por diferentes correntes teóricas para percorrer estas questões ao longo de sua trajetória intelectual. Como resultado, há muitas aproximações possíveis entre, de um lado, o conceito de espaço geográfico legado pelo autor e, de outro, esquemas de interpretação da totalidade social com os quais dialogou. O principal propósito desta comunicação é tornar explícita a possibilidade de incorporação do espaço geográfico a um esquema interpretativo específico da totalidade social: o marxismo estrutural, divulgando resultados de um artigo publicado alhures2.

O espaço geográfico como objeto de análise

Um bom ponto de partida é a definição de espaço geográfico legada por nosso autor, que completaria seu centenário neste ano. Na última sistematização de Milton Santos o espaço geográfico é definido como “um conjunto indissociável, solidário e também contraditório de sistemas de objetos e sistemas de ações, não considerados isoladamente, mas como quadro único no qual a história se dá” (Santos, 2002a, p.63). O espaço nesta concepção, portanto, é um híbrido: compreende as materialidades tanto quanto as ações que sobre elas se realizam. 

Desta definição, nosso autor parte para argumentar que as formas geográficas (objetos geográficos) restam para além das ações e processos que as criaram, formando rugosidades (Santos, 2002a, 2002b) no espaço-testemunho. Estas rugosidades, que guardam um parentesco com a ideia de prático-inerte encontrada em Sartre (2002), imprimem sua marca no delineamento da dinâmica social, ao transportar para o presente condições que são herdadas de momentos anteriores. Ao mesmo tempo, as ações a cada momento estão permanentemente se instalando sobre essas próprias materialidades ao criar, destruir e modificar aquilo que foi herdado. 

Compreender o espaço geográfico, que de acordo com Milton Santos é o objeto de estudo da Geografia, passa, assim, pela análise das práticas sociais que animam as materialidades. Daí a necessidade de recurso a algum esquema interpretativo da totalidade que permita ao geógrafo transpor adequadamente uma compreensão das práticas sociais para sua análise do espaço geográfico. E nossa eleição do marxismo estrutural para cumprir esta função não é casual: em textos escritos pelo geógrafo brasileiro entre os anos 1970 e 80 há notáveis traços de influência desta corrente do pensamento, como bem notou Robert Moraes (2013) em seu oportuno livro dedicado àquele que foi seu colega no Departamento de Geografia da USP. Estas influências aparecem de maneira marcante em livros como Espaço e Método e Por uma Geografia Nova, publicados respectivamente em 1985 e 1978. São volumes que continuam acessíveis às novas gerações de leitores graças à Edusp, que segue reeditando e reimprimindo estes e outros importantes trabalhos do autor que passaram a compor a Coleção Milton Santos.

Do marxismo estrutural, que influenciou Santos em dado momento de sua longa e profícua produção intelectual, retemos aqui a ideia de que as estruturas são aquelas que fornecem a base de valores fundamentais de uma determinada forma de organização social e, assim, condicionam as práticas de determinado tipo. A estrutura econômica capitalista, por exemplo, condiciona a prática econômica dos agentes impondo aos destituídos dos meios de produção a necessidade de submissão ao assalariamento, ao passo que impõe aos proprietários o jugo da concorrência intercapitalista e os imperativos da lei de valorização. Basta ler Isaak Rubin (1980) para se convencer de como esta estrutura baseada nos desígnios do valor silenciosamente rege a vida social.

Já a estrutura jurídico-política do capitalismo foi descrita por Nicos Poulantzas (2019): é aquela que estende formalmente direitos a todos os indivíduos, tratando como iguais os desiguais e contribuindo assim para desintegrar a identidade de classe dos agentes do processo produtivo. Não apenas isso, mas também a forma de organização burocrática faz com que Estado apareça ideologicamente como um ente neutro, representante dos interesses de toda a sociedade, aglutinando em torno de si justamente os agentes atomizados pelo direito burguês, como sumariza Décio Saes (1998), representante da importante escola do marxismo estrutural sediada na Unicamp. 

Passando ao largo de debates um tanto quanto complicados sobre o tipo da relação estabelecida entre as estruturas, ou sobre uma suposta hierarquia destas estruturas, é importante aqui reter que, em implicação recíproca, estas duas estruturas do capitalismo contribuem para assegurar a reprodução da totalidade social. É importante destacar  também que as estruturas não possuem existência concreta senão através de seus agentes-suporte; isto é, indivíduos cujas práticas reproduzem determinado padrão de relações sociais. A estrutura econômica capitalista, por exemplo, só existe ao ser reproduzida pelo conjunto das relações entre patrões e empregados baseadas no assalariamento.

A categoria de formação socioespacial

E onde entra o espaço geográfico neste esquema? Seria uma estrutura como as outras, como Milton Santos (2002b) certa vez perguntou? Aqui, defendemos que o espaço é diferente. E isto, em primeiro lugar, porque o espaço existe por si, concretamente: suas formas são dotadas de autonomia de existência (Santos, 2008, p.59). Nisto já difere das estruturas que, como vimos, apenas existem nas práticas dos indivíduos. Ademais, seria difícil argumentar pela existência de um certo tipo de prática espacial que sustentaria uma determinada estrutura social. Há certamente práticas no espaço. Todas as práticas sociais, aliás, ocorrem no espaço, mas motivadas por valores fornecidos pelas estruturas sociais. Afinal, embora dotados de autonomia de existência, os objetos geográficos não são dotados de autonomia de significação (Santos, 2008, p.59). Esta significação, como dito, é fornecida pela estrutura socioeconômica de dada sociedade (Santos, 2008, 73). 

Se o espaço não é uma estrutura, como então inseri-lo de maneira adequada neste esquema interpretativo da totalidade social? Conforme argumento, a importância do espaço geográfico decorre justamente deste seu caráter híbrido. Por não ter autonomia de significação, devemos necessariamente recorrer ao estudo das estruturas sociais para compreendê-lo. Ao mesmo tempo, por ter autonomia de existência, o estudo do espaço deve necessariamente fazer com que o pesquisador finque o pé na realidade concreta do lugar. Assim, pensar o espaço geográfico implica necessariamente em sair do nível elevado de abstração correspondente às estruturas e avançar em direção a um entendimento concreto da realidade.  

E isso é importante já que a breve descrição das estruturas econômica e jurídico-política do modo de produção capitalista feitas agora há pouco são leituras que designam objetos abstrato-formais não existentes na realidade, senão historicizados e espacializados. No plano das estruturas de um modo de produção estamos no nível da reprodução e da sincronia: não há margem para contradições, trata-se de estruturas mutuamente implicadas na reprodução de determinado padrão social. Entretanto, como essa reprodução não é linear, mas ampliada, há subjacente o desenvolvimento progressivo das forças produtivas. 

Este desenvolvimento, por sua vez, pode fazer emergir efeitos contraditórios de desestruturação da própria totalidade social. Estes efeitos, portanto, só podem ser apreendidos quando historicizamos e especializamos a operação das estruturas. Para tanto, é necessário descer ao nível do que os adeptos do marxismo estrutural chamam formação social, que “[…] trata da maneira como um determinado modo de produção vigora numa sociedade historicamente determinada, podendo (…) comportar elementos econômicos, políticos e sociais de modos de produção anteriores ao capitalismo” (Boito Júnior, 2016, p. 168)

É, conforme entendo, justamente nesta descida em direção ao concreto que o espaço se faz imprescindível. Se a formação social se particulariza devido às heranças de períodos anteriores, o espaço torna-se incontornável já que parte destas heranças estão nele incrustadas sob a forma de rugosidades. Sendo um acúmulo desigual de tempos, o espaço apresenta simultaneamente objetos cujas criações remontam a momentos distintos e valores motrizes distintos. Assim, a lógica predominante em dado momento não pode fazer tábula rasa da história pretérita de dada formação social, posto que suas heranças estão inscritas no espaço e condicionam as novas ações (Santos, 2002b, p.182). Em outras palavras: as formas geográficas que existem autonomamente impõem condições ao desenvolvimento da sociedade e neste processo assumem sucessivos significados. Deste modo, seguindo orientação de Santos (2002b, 2005), passaremos a nos referir à formação social como formação socioespacial, posto que o espaço geográfico é sua dimensão fundamental. 

Podemos dizer, portanto, que o espaço geográfico é o suporte necessário à historicização das estruturas. Em outras palavras: as rugosidades do espaço condicionam a operação concreta das estruturas em dada formação social. Mais que isso, a categoria de formação socioespacial permite confrontar a sincronia da estrutura social operante no sentido de sua perene autorreprodução com a consideração dos efeitos potencialmente contraditórios da reprodução ampliada, abrindo margem para a consideração da diacronia. Entendemos ser este um sentido bastante razoável para a afirmação de Santos de que o espaço suprime as possibilidades de oposição entre estrutura e história (Santos, 2005, p.31). Como uma âncora na realidade, o espaço enquanto “componente fundamental da totalidade social” (Santos, 2005, p.33) permite pôr em perspectiva histórica e concreta conceitos que do contrário restariam num plano abstrato. 

Considerações finais

Como colocado por Núria Benach (2012, p.291), “Se Althusser tinha concentrado seus esforços em teorizar as relações entre estruturas, os geógrafos marxistas tentaram fazer o mesmo, pensando as relações entre modos de produção e espaço”. Aqui, executamos este esforço mantendo fidelidade à proposta essencial de Milton Santos: a de reconhecer o espaço geográfico como fator determinante da dinâmica social. 

Assim, concordamos com Pedrosa (2018, p.445) quanto a que Santos incorporou contribuições do marxismo estrutural como ferramentas para fortalecer a Geografia Crítica brasileira. Como saldo desta incursão há contribuições originais e valiosas, caso notável de seu conceito de formação socioespacial. Richard Peet (1998. p.127), figura de proa da geografia crítica anglófona, também destaca o conceito de formação socioespacial como exemplo de elaboração original de Milton Santos resultante de seu diálogo com o marxismo estrutural. O recurso a este conceito permite entender que é como suporte necessário à historicização das estruturas sociais que o espaço assume importância ímpar para a análise da realidade pelo prisma do marxismo estrutural: sua consideração sugere um encaminhamento da contradição entre história e estrutura, permitindo contemplar a diacronia e a contradição presentes em cada formação socioespacial, mas que restariam ocultas caso a análise se restrinja ao nível abstrato-formal. 

Pensar nestes termos é lembrar que a realidade brasileira de hoje é moldada por heranças que não são apenas verificáveis em termos das relações sociais, mas também no espaço. Tomemos como exemplo um caso emblemático de grandes cidades brasileiras: as favelas que nascem e crescem ao longo da segunda metade do século passado persistem condicionando a vida daqueles que ali habitam. Possivelmente a função destas margens urbanas – para recuperar o conceito de Benach (2021) – dentro da dinâmica das cidades mudou. Mudou também a função da população marginalizada no contexto do capitalismo contemporâneo. Não obstante, mesmo com funções que são atualizadas e renovadas a cada momento de reestruturação econômica, é certo que a favela enquanto materialidade segue entretendo relações com o restante da cidade da qual faz parte, promovendo nela um desdobramento particular. Pensar a realidade urbana a partir destas lentes implica, portanto, em entender que não se pode falar da economia urbana, nem de política urbana, sem atenção às formas espaciais que compõem a paisagem e condicionam a reprodução social. 

Um bom princípio de método que me parece consonante a essa perspectiva corresponde ao que Cindi Katz (2002) denominou produção de topografias: a descrição apurada de como a reprodução social ocorre no lugar, com atenção à sua particularidade material e social. Este exame permitirá vislumbrar que os efeitos das sucessivas reestruturações econômicas globais se manifestam de maneira diferenciada a depender das características de cada lugar. Além disso, permite catalogar as diferentes reações, de diferentes populações, habitantes de diferentes lugares, aos mecanismos que remetem a uma mesma estrutura econômica – que Milton Santos diria possuir um motor único, que chamou de extração da mais valia à escala global, articulada por uma rede técnica cada vez mais capilarizada e ao mesmo tempo centralizada. Este catálogo permitirá, por sua vez, a detecção de práticas de resistência, à escala local, que emergem como efeitos da estrutura econômica, sinalizando potenciais sinergias na luta pela transformação social. A isto Katz denominou contratopografias. Trata-se assim de um partido de método que respeita o espaço enquanto dimensão da realidade social. Que busca analisar as especificidades de determinado lugar lembrando que os processos que o constituem só podem ser corretamente apreendidos com referência às estruturas sociais. 

Referências Bibliográficas

BELLUZZO, Luiz Gonzaga. Valor e capitalismo: um ensaio sobre a economia política. São Paulo: Brasiliense, 1980.

BENACH, N. En las fronteras de lo urbano: una exploración teórica de los espacios extremos. Scripta Nova: Revista Electrónica de Geografía y Ciencias Sociales, v. 25, n. 2, p. 11–35, 2021. 

BENACH, N. Richard Peet: Geografía contra el neoliberalismo. Barcelona: Icaria Editorial, 2012

BOITO JÚNIOR, A. Estado, política e classes sociais: ensaios teóricos e históricos. São Paulo: Editora Unesp, 2007.

KATZ, C. Vagabond Capitalism and the Necessity of Social Reproduction. Antipode: A Radical Journal of Geography, v.  33, n.  4, p.  708-728, 2002.

MORAES, A. C. R. Território na Geografia de Milton Santos. São Paulo: Annablume, 2013.

PEDROSA, B. V. O périplo do exílio de Milton Santos e a formação de sua rede de cooperação. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, v. 25, n. 2, p. 429-448, 2018.

PEET, R. Modern Geographical Thought. Oxford: Blackwell, 1998.

POULANTZAS, N. Poder Político e Classes Sociais. Campinas: Editora da Unicamp, 2019.

RUBIN, I. I. A teoria marxista do valor. São Paulo: Brasiliense, 1980.

SAES, D. A questão da autonomia relativa do Estado em Poulantzas. Crítica Marxista, Campinas, v. 1, n. 7, 1998, p. 46-67.

SANTOS, M. A natureza do espaço. São Paulo: Edusp, 2002. (2002a). 

SANTOS, M. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos da geografia. São Paulo: Edusp, 2008

SANTOS, M. Por uma Geografia Nova: da crítica da geografia a uma geografia crítica. São Paulo: Edusp; 2002 (2002b).

SANTOS, M. Sociedade e espaço: a formação social como teoria e como método. In: SANTOS, M. Da totalidade ao lugar. São Paulo: Edusp, 2005. p. 137-144.

SARTRE, J. P. Crítica da Razão Dialética. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2002.

* Este texto não reflete necessariamente as opiniões do Boletim Lua Nova ou do CEDEC. Gosta do nosso trabalho? Apoie o Boletim Lua Nova!3

  1. Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UNESP de Rio Claro. E-mail: bruno.riani@unesp.br ↩︎
  2. Este texto divulga resultados do artigo “A inserção do espaço geográfico de Milton Santos na matriz althusseriana de interpretação da totalidade social: uma estrutura como as outras?”, publicado na GEOUSP – Espaço e Tempo. O artigo completo está disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2023.192816. A pesquisa no âmbito da qual o artigo foi desenvolvido é financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp): Processo #2023/06942-0. ↩︎
  3. Referência imagética: Milton Santos no Festival Internacional de Geografia, 1994. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/w/index.php?search=Milton+Santos&title=Special%3AMediaSearch&type=image ↩︎

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