Climate Justice Between Moral and Legal Obligations: The International Court of Justice Advisory Opinion of 23 July 2025

Por Daniela Fisichella. Events of the 21st century international community seem to widen the gap between the way international relations are carried out under politics and the framework they are called upon to respect under international law. A virtuous development of international legal order steers into a moral direction. Currently, the more international relations spread worldwide, the more international law is patently infringed. Multiple violations of international law need clear statements on the rule of law and the International Court of Justice does so by its Advisory Opinion of 23 July 2025 on “Obligations of States in Respect of Climate Change”: the Court resorts to an advisory opinion to strongly remark leading principles of international law and to issue assessments consolidating new trends or, as here, to discourage states from disregarding environmental commitments already set up.
Political News and Analysis Sources Beyond the Mainstream and Legacy American Media (Parte II)

Por Wayne Selcher. Semafor has a global presence and calls itself “the world’s first news platform designed to meet the moment we are in.” The news and analysis coverage in its email briefings is first-rate and very highly recommended, particularly in Semafor Washington, DC and Americana. Topical sections include Media, Politics, Business, and Security.
The Annenberg Public Policy Center, of the University of Pennsylvania, provides data and analysis on the role of communication and media in politics, among other topics, such as high-quality classroom materials and civics education.
Political News and Analysis Sources Beyond the Mainstream and Legacy American Media (Parte I)

Por Wayne Selcher. The news media landscape in the United States is being thoroughly shaken by technological, business, and socio-political forces, with major changes still underway and future directions not yet clear. The traditional, long-dominant media (often called the “legacy media”) is being successfully challenged by newer online sources of political information and analysis. In 2021, this author suggested some online sources for following and analyzing American politics and foreign policy, and in 2024 provided information about where to find reliable data and reports on the 2024 presidential election campaign. Researchers interested in international relations and American foreign policy may wish to consult his annotated guide, the WWW Virtual Library: International Affairs Resources.
Intrusões internacionais: uma teoria para entender como a hegemonia realmente opera além do intervencionismo

Por Rodrigo Amaral. Em 2026, os Estados Unidos executaram diversas operações intervencionistas no exterior. Entre elas, destacam-se o sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro, os bombardeios e assassinatos de lideranças iranianas desde fevereiro, no contexto da escalada militar contra o Irã, e operações militares no Mar do Caribe como parte da agenda de combate ao crime organizado. Esses processos mais diretos são usualmente classificados nas Relações Internacionais como intervenções.
O “Hat-Trick” Tarifário: Como Trump Reconstruiu seu Arsenal Comercial Após Derrota na Suprema Corte

Em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), o Boletim Lua Nova republica a análise de Filipe Mendonça sobre as políticas tarifárias de Trump após a derrota na Suprema Corte. O texto foi originalmente publicado em 27 de março de 2026, no site do OPEU.
A confiança na ONU na era dos algoritmos: mídia e democracia em tempos de incerteza

Por João Carlos Sousa. Há uma ideia muito difundida no debate público contemporâneo: a de que a confiança dos cidadãos nas instituições internacionais depende, acima de tudo, do desempenho dessas instituições. A lógica parece imediata. Se uma organização atua bem, o público confia; se atua mal, desconfia. Mas esta leitura, sendo intuitiva, é sociologicamente curta. Entre a instituição e a opinião pública existe sempre um espaço intermediário de mediação, interpretação e disputa simbólica. E é nesse espaço que uma parte decisiva da confiança pública é produzida.
Trump e os Generais: Por Que Precisamos Problematizar a Narrativa de “Crise”?

Clarissa Nascimento Forner 17 de abril de 2026 Em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), o Boletim Lua Nova republica a análise de Clarissa Nascimento Forner da relação de Donald J. Trump com o alto escalão militar dos Estados Unidos. O texto foi originalmente publicado em 9 de abril de 2026, no […]
Imagens para a rememoração crítica do Massacre de Eldorado dos Carajás

Por Gil Vieira Costa. Em 17 de abril de 1996, manifestantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra), em sua luta por reforma agrária, interditaram a Rodovia PA-150 entre Eldorado dos Carajás e Marabá, no sudeste do Pará. Um grupo de policiais militares abriu fogo contra os sem-terra. Foram 21 mortos, alguns executados mesmo depois de rendidos. O episódio ficou conhecido como Massacre de Eldorado dos Carajás (daqui em diante apenas Massacre).
Assistolia fetal e a disputa institucional sobre o aborto legal no Brasil

Por Gabriela Cortez Campos. Tramita no Supremo Tribunal Federal a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) n° 1141 que tem como objetivo suspender os efeitos da Resolução nº 2.378/2024 do Conselho Federal de Medicina (CFM), a qual proibia a prática de assistolia fetal nos casos de interrupção legal da gravidez. A assistolia fetal é um procedimento médico que consiste na injeção de uma substância, como o cloreto de potássio, diretamente no coração do feto a fim de induzir a parada cardíaca antes da realização do aborto. É um procedimento seguro e recomendado pela Organização Mundial da Saúde em casos de aborto em gestação avançada, especialmente acima de 22 semanas (WHO, 2022). Seu objetivo é evitar situações eticamente complexas, como a manifestação de sinais iniciais de vida durante o procedimento, além de garantir maior segurança clínica para a realização do aborto nos casos legalmente permitidos.
Quando o parto chega aos tribunais: movimentos feministas e a judicialização da violência obstétrica no Amazonas

Por Rayana Gonçalves de Brito, Sâmia Feitosa Miguez e André Luiz Machado das Neves. Nos últimos anos, a violência obstétrica passou a ocupar um lugar crescente no debate público brasileiro. Relatos de mulheres que enfrentaram atos de negligência, humilhações e procedimentos médicos realizados sem consentimento durante o parto evidenciam que o nascimento, frequentemente idealizado como um momento de cuidado e acolhimento, também pode ser marcado por práticas de violência institucional. Nesse cenário, movimentos feministas têm desempenhado um papel central ao transformar experiências individuais de sofrimento em denúncias públicas e reivindicações coletivas por direitos.