Ir para o conteúdo
Juntos, vamos continuar a pensar a democracia.
Contribua para a manutenção do Boletim Lua Nova.
Doe e vire um apoiador
boletim-lua-nova 002203
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
Twitter Facebook-f Instagram Youtube
Criar conta
Login
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato

Início > Colunas | Política Internacional e Estados Unidos | Sem categoria

Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Universidades em Tempos de Crise: notas sobre a experiência brasileira e estadunidense

Download PDF 📄

Karen Fernandez[1]

É com frequência que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) exalta sua admiração e seu amor pelos Estados Unidos, bem como o lugar privilegiado que o país terá, ao longo de seu governo, nas relações com o Brasil[2]. As repetidas frases de exaltação da grande potência, o pressuposto de que ela constitui um modelo a ser seguido e a perspectiva de aprofundamento, sem qualquer ponderação, das relações entre Brasil e Estados Unidos no contexto dos recentes cortes anunciados pelo governo brasileiro, nas áreas de Educação e de Ciência, Tecnologia e Inovação[3], impõem a necessidade de se refletir sobre como os Estados Unidos financiam suas atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), bem como sobre o lugar da ciência e da inovação no seu desenvolvimento. Os mais apressados talvez digam que nos Estados Unidos quem financia P&D é o setor privado, o que em parte é verdade, e provavelmente emendariam a crítica ao modelo brasileiro especialmente pela sua dependência de recursos públicos.

Segundo a National Science Foundation, cujos dados mais recentes datam de 2015, os Estados Unidos destinam em média 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB) para P&D, algo em torno de US$ 495,1 bilhões[4]. Deste total, 71,9% dos recursos para P&D nos Estados Unidos vêm da indústria, 13,1% das universidades, 11% do governo federal e 4% de organizações sem fins lucrativos[5].

É importante notar que, embora a maior parte dos investimentos em P&D seja proveniente do setor privado, são as universidades, com recursos públicos[6], e os laboratórios federais que realizam Pesquisa Básica, cujos resultados não são imediatos, são aqueles com maior potencial inovador[7]. Ainda de acordo com a National Science Foundation, em 2015, foram aplicados US$ 83,4 bilhões em Pesquisa Básica, dos quais 49,1% vieram das universidades, 26,1% do setor privado, 12% do Governo Federal, 12,6% de organizações sem fins lucrativos[8].

A lógica se inverte quando se trata de Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento. Do total de US$ 97,1 bilhões destinados para Pesquisa Aplicada, 58,1% dos recursos originaram-se no setor privado, 18% nas universidades, 17% no Governo Federal, e 6,3% nas organizações sem fins lucrativos. Em relação a Desenvolvimento, foram investidos US$ 314, 5 bilhões, dos quais 88,2% provenientes do setor privado, 8,8% do Governo Federal, 2% das universidades e 1% de organizações sem fins lucrativos[9].

O contraste com o cenário brasileiro é notável tanto do ponto de vista dos recursos empregados, como do ambiente institucional necessário ao processo de inovação. Nos Estados Unidos, as atividades de P&D estão atreladas a uma ampla política, que envolve significativa coordenação e intervenção pública. O governo estabelece os setores prioritários, concede recursos e subsídios, usa seu poder de compra e coordena as ações dos atores envolvidos nesse processo, como investidores, empreendedores, indústria, universidades, laboratórios federais, instituições de pesquisa, entre outros.

A partir da literatura sobre Sistemas Nacionais de Inovação, Charles Edquist (2005) mostra que fatores econômicos, sociais, políticos, organizacionais e institucionais influenciam no desenvolvimento, difusão e uso das inovações. Segundo Jan Fagerberg (2005), na maior parte dos casos, as ações inovadoras das empresas dependem significativamente de fontes externas e estão inseridas em uma ampla estrutura que envolve processos políticos, infraestrutura de pesquisa pública (universidades, institutos de pesquisa, apoio de fontes públicas), instituições financeiras, capacitação e habilidades dos recursos humanos, entre outros. Tal ambiente é relevante seja para inovação incremental, seja para radical; e quanto mais radical a inovação for, maior a possibilidade de seu sucesso depender de mudanças sociais e organizacionais e de grandes investimentos em infraestrutura. Portanto, o ambiente nacional é fundamental.

Se do ponto de vista do ambiente institucional, a realidade brasileira é permeada por obstáculos que envolvem dificuldades de coordenação e de indução da conduta dos atores por parte do governo federal, além da própria desconexão dos planos de Ciência, Tecnologia e Inovação do conjunto das ações econômicas e a consequente fragilidade das políticas nesta área, no que diz respeito ao montante despendido o cenário também não é animador. Em 2015, o Brasil  investiu 1,3% do PIB (R$ 80,5 bilhões) em P&D, dos quais 52,2% foram recursos públicos e 47,8% privados[10]. Para se ter a dimensão dos efeitos dos recentes cortes de 31,4%[11] no orçamento geral do Ministério da Educação, de 30% nos recursos da pasta destinados às universidades e de 41,9% no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI), 60% dos dispêndios do governo federal em P&D são destinados ao Ministério da Educação (MEC) e 16,5% ao MCTI[12]. Portanto, estes dois ministérios concentram mais de 75% dos recursos do governo federal direcionados para P&D[13]. A dimensão dos cortes nessas duas pastas afetará gravemente as possibilidades de se fazer pesquisa científica no Brasil. As universidades são outro ator chave[14]. Além do desenvolvimento das pesquisas propriamente ditas, são as instituições de ensino superior que provêm infraestrutura de pesquisa, formam recursos humanos e constituem verdadeiros “repositórios” de pessoal qualificado. É claro que as universidades não são as únicas responsáveis, nem são sozinhas capazes de fazer decolar o desenvolvimento científico e tecnológico do país; mas, no caso brasileiro, o seu sucateamento afasta qualquer possibilidade de avanço. Também diferentemente dos Estados Unidos, não contamos com uma rede ampla de laboratórios federais[15] realizando pesquisas.

Os próprios cortes são sinais do lugar pouco privilegiado que a Ciência, Tecnologia e Inovação ocupam na estrutura governamental brasileira. E aqui vale destacar novamente a experiência estadunidense. No contexto da crise de 2008, o governo federal ampliou os recursos para P&D compensando a redução dos investimentos privados em razão da depressão econômica. Ainda que se tratasse de um governo democrata, que implementou políticas anticíclicas para debelar a crise, o reconhecimento da importância da inovação, do desenvolvimento científico e tecnológico e, por conseguinte, dos investimentos públicos em pesquisa não está sujeito a controvérsias que impliquem corte abrangente e abrupto de recursos. Desde o final da década de 1980, os recursos se mantêm relativamente constantes[16].

Donald Trump pouco tratou da questão da inovação e do desenvolvimento científico e tecnológico durante sua campanha e chegou a fazer críticas aos investimentos nos Institutos Nacionais de Saúde (NIH)[17]. Em sua primeira proposta orçamentária propôs cortes de 5% em P&D, mas foi derrotado no congresso[18]. Além disso, um memorando enviado do Escritório Executivo da Presidência para os chefes dos departamentos e agências executivas tendo em vista o orçamento para P&D no ano fiscal de 2019 afirmava que a liderança dos Estados Unidos nessa seara é fundamental para a realização de prioridades nacionais, como segurança nacional, crescimento econômico e criação de empregos. Nele foram apresentadas às agências as prioridades do governo, sem mudanças significativas nas áreas definidas como prioritárias, apesar da maior ênfase em defesa e segurança[19]. O fato é que os desembolsos para P&D oscilaram de US$115,6 em 2017 para US$ 114,3 em 2018. E a estimativa é de que aumente para US$ 129,8 bilhões em 2019 e US$ 134,6 em 2020[20].

A tentativa de aproximação da realidade estadunidense do contexto brasileiro não sugere que tenhamos que seguir o modelo dos Estados Unidos, até porque a literatura sobre sistemas de inovação nos mostra que não é possível definir um sistema de inovação ideal a ser copiado. Para além do modelo a ser implementado no Brasil, não há dúvida de que o desenvolvimento científico e tecnológico e a proeminência econômica de um país exigem altos níveis de investimentos em pesquisa, desenvolvimento e formação de recursos humanos. No Brasil, ainda é a universidade o ator fundamental neste processo.

[1] Professora do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e pesquisadora do INCT-INEU.

[2] APÓS Bolsonaro abrir mão de benefício na OMC, Trump apoia entrada do Brasil na OCDE. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/03/apos-elogios-e-concessoes-de-bolsonaro-trump-apoia-entrada-do-brasil-na-ocde.shtml Acesso em: 16 maio 2019.

BOLSONARO: ‘Não teremos só laços de amizade com os EUA, mas negociações’ Disponível em: https://veja.abril.com.br/politica/bolsonaro-nao-teremos-so-lacos-de-amizade-com-os-eua-mas-negociacoes/  Acesso em: 16 maio 2019

‘ESTAMOS sendo muito bem recebidos aqui’, diz Bolsonaro em Dallas. Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/estamos-sendo-muito-bem-recebidos-aqui-diz-bolsonaro-em-dallas,8ad79e81a13e8e82d05128fe4636ce47nb8hpjb9.html Acesso em: 16 maio 2019

[3] Os cortes atingiram 30% das verbas de custeio das Universidades e 41,9% dos recursos do Ministério das Ciências e Tecnologias (MCTIC). Disponível em: OS PRIMEIROS efeitos da asfixia financeira de Bolsonaro sobre as ciências do Brasil.  https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/02/politica/1556819618_348570.html

[4] Disponível em: https://www.nsf.gov/statistics/2017/nsf17311/pdf/tab1.pdf Acesso em 17 maio 2019

[5] Disponível em: https://www.nsf.gov/statistics/2018/nsb20181/assets/1038/tables/tt04-03.pdf Acesso em 17 maio 2019.

[6] Nos Estados Unidos, a participação do setor privado nas pesquisas realizadas na Universidade varia entre 5% e 7% das pesquisas realizadas. OS IMPACTOS do investimento. Revista Pesquisa Fapesp. Edição 246, agosto 2016. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2016/08/18/os-impactos-do-investimento/ Acesso em 20 maio 2019.

[7] De acordo com Freeman e Soete, a P&D formal é decisiva em sua contribuição para inovações radicais. Já as inovações incrementais se desenvolvem na fábrica e eram promovidas por engenheiros de produção, por técnicos e pelo chão de fábrica. FREEMAN, Chris; SOETE, Luc. A economia da inovação industrial. Tradutores André Luiz Sica de Campos e Janaína Oliveira Pamplona da Costa. Campinas, Editora da Unicamp, 2008, p. 515.

[8] Disponível em: https://www.nsf.gov/statistics/2018/nsb20181/assets/1038/tables/tt04-03.pdf Acesso em 20 maio 2019.

[9] Disponível em: https://www.nsf.gov/statistics/2018/nsb20181/assets/1038/tables/tt04-03.pdf Acesso em 20 maio 2019.

[10] MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÃO. Indicadores Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação, 2018. Disponível em: https://www.mctic.gov.br/mctic/export/sites/institucional/indicadores/arquivos/Indicadores_CTI_2018.pdf Acesso em 20 maio 2019.

[11] BLOQUEIO na educação é o maior desde 2016. O Globo, 15 maio 2019. Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/bloqueio-na-educacao-o-maior-desde-2016-23668620 Acesso em 24 maio 2019.

[12] MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÃO. Indicadores Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação, 2018, p. 36. Disponível em: https://www.mctic.gov.br/mctic/export/sites/institucional/indicadores/arquivos/Indicadores_CTI_2018.pdf Acesso em 20 maio 2019.

[13] Apenas como curiosidade, depois do MEC e do MCTI, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é o órgão que mais recebe recursos do governo federal para P&D. A ele são destinados 12%. É seguido pelo Ministério da Saúde com 8,9%, pelo Ministério da Defesa com 1,3%, pelo Ministério das Comunicações (0,9%) e pelo Ministério do Meio Ambiente (0,2%). Os dados são de 2016. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÃO. Indicadores Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação, 2018, p.36. Disponível em: https://www.mctic.gov.br/mctic/export/sites/institucional/indicadores/arquivos/Indicadores_CTI_2018.pdf Acesso em 20 maio 2019.

[14] Em 2015, as Universidades, com cursos de pós-graduação stricto sensu, receberam R$ 22,3 bilhões. Este é um indicador aproximado, utilizados pelo MCTI, para calcular os dispêndios de P&D das instituições de ensino superior MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÃO. Indicadores Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação, 2018, p. 49. Disponível em: https://www.mctic.gov.br/mctic/export/sites/institucional/indicadores/arquivos/Indicadores_CTI_2018.pdf Acesso em 20 maio 2019.

[15] Os principais laboratórios federais estão vinculados ao Instituto Nacional de Saúde – NIH, à Fundação Nacional de Ciência – NSF, ao Departamento de Defesa, ao Departamento de Administração do Espaço e da Aeronáutica – NASA, ao Departamento de Energia e ao Departamento de Agricultura.

[16] Disponível em: https://www.nsf.gov/statistics/seind14/index.cfm/chapter-5/c5h.htm#s1 Acesso em 23 maio 2019.

[17]  PRESIDENT-ELECT Trump’s Positions on Technology and Innovation Policy  information technology & innovation foundation, novembro, 2016 Disponível em: http://www2.itif.org/2016-trump-on-tech.pdf?_ga=2.129908811.614860365.1508266664-1012761265.1508266664 Acesso em 23 maio 2018.

[18] EQUILÍBRIO no Parlamento. Revista Pesquisa Fapesp. Edição 261, nov.2017. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/2017/11/24/equilibrio-no-parlamento/ Acesso em 23 maio 2018.

[19] Memorandum for the heads of executive departments and agencies  M1730, August 17, 2017. Disponível em: https://www.whitehouse.gov/sites/whitehouse.gov/files/ostp/fy2019-administration-research-development-budget-priorities.pdf

[20] Disponível em https://www.whitehouse.gov/omb/historical-tables/ Acesso em 23 maio 2019.

Referências bibliográficas:

EDQUIST, Charles. Systems of innovation: perspectives and challenges. FAGERBERG, Jan; MOWERY, David; NELSON, Richard. The Oxford Handbook of Innovation. New York: Oxford University Press, 2005; p. 184-185.

FAGERBERG, Jan. Innovation: a guide to the literatura. FAGERBERG, Jan; MOWERY, David; NELSON, Richard. The Oxford Handbook of Innovation. New York: Oxford University Press, 2005.

Referência imagética:

Tatiana Rappaport. (http://www.observatoriodoclima.eco.br/600-cidades-marcham-pela-ciencia/ Acesso em 26 de maio de 2019)

Revista Lua Nova nº 120 - 2023

Direitos em Disputa

Leia em PDF
Outras edições

| Leia também

Loading...
Sem categoria
boletimluanova
31 de julho de 2026

Resultados da política externa de Trump

Sem categoria
boletimluanova
29 de julho de 2026

¿Pueden las ciudades abrir la democracia? Los Planes de Metas de Gobierno como innovación participativa en América Latina

Sem categoria
boletimluanova
22 de julho de 2026

A polícia contra Iansã na escola? Ofensiva anti-igualitária para além do gênero e da sexualidade

Todos os direitos reservados ® 2026

  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
  • Início
  • Colunas
    • Colaborações Externas
    • Cultura e Política
    • Direitos e Direitos Humanos
    • Meio Ambiente e Migrações
    • Política Internacional e Estados Unidos
    • Política Nacional
    • Sociedade, Trabalho e Ação Coletiva
    • Tecnologias Digitais e Sociedade
  • Periódicos CEDEC
    • Boletim Lua Nova
    • Revista Lua Nova
    • Cadernos CEDEC
  • Eventos
  • CEDEC
  • Contato
  • Início
  • Colunas
  • Periódicos CEDEC
  • CEDEC
  • Início
  • Colunas
  • Periódicos CEDEC
  • CEDEC

Contato

boletimluanova@cedec.org.br

boletimluanova@gmail.com

Twitter Facebook-f Instagram Youtube

Criação de site por UpSites